***RUI BARBOSA***

***RUI BARBOSA***
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto." (Senado Federal, RJ. Obras Completas, Rui Barbosa. v. 41, t. 3, 1914, p. 86)
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sábado, 26 de fevereiro de 2011

TECNOLOGIA: PREPARE-SE PARA O FUTURO

Um vídeo realmente sensacional sobre a tecnologia em futuro não muito distante, mas, como observou o J.A. Somavilla, que mo enviou: "Fico impressionado, mas constato que não há como fazer omeletes sem quebrar os ovos." Assista ao vídeo e se maravilhe com o que vem por aí...

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Ministro do Esporte Orlando Silva é o novo escândalo do Governo do PT!!!

Foto: Secretaria de Imprensa - Presidência da República

Se o Ministro do Esporte, Orlando Silva, for demitido, tudo bem. Se for mantido, os brasileiros podem perder as esperanças no governo Dilma Rousseff.

Carlos Newton
O ministro Orlando Silva (Esporte) pode ser demitido ainda esta semana. Antes, será chamado ao Palácio do Planalto para se defender das denúncias de fraude envolvendo o programa Segundo Tempo, de seu ministério. O chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, irá recebê-lo. E embora se diga que a presidente Dilma estaria propensa a mantê-lo no cargo, vai ser difícil engolir suas justificativas.

As denúncias foram feitas pelo jornal “Estado de S. Paulo”, mostrando que o projeto do Ministério do Esporte só em 2010 distribuiu R$ 30 milhões a ONGs de dirigentes e aliados do partido. A reportagem do Estadão percorreu núcleos esportivos em Brasília, Goiás, Piauí, São Paulo e Santa Catarina e flagrou convênios com entidades de fachada, situações precárias e de abandono, uma grande farra do boi com recursos públicos.

As verbas do programa Segundo Tempo deveriam ser usadas para criar 590 núcleos de prática esportiva e beneficiar 60 mil crianças carentes. Mas é tudo só no papel. E as denúncias de favorecimento ao PCdoB são gravíssimas. No Piauí, por exemplo, a logomarca do programa Segundo Tempo, aparece estampada em muros de núcleos improvisados com tijolos e bambus. Alguns desses núcleos estão abandonados, cheios de detritos, mas têm algo em comum: apesar da precariedade, são controlados pela Federação das Associações dos Moradores do Piauí (Famepi), subordinada ao PCdoB.

A entidade tem um contrato de R$ 4,2 milhões com o governo federal, sem licitação, para montar 126 núcleos e beneficiar 12 mil crianças. Seu presidente é Raimundo Mendes da Rocha, dirigente do PCdoB no Piauí. Pelo menos nove integrantes da direção da federação fazem parte do comando regional do partido.

Em Teresina (PI), no lugar de uma quadra poliesportiva, os jovens usam um matagal, onde improvisam tijolos e bambus para jogar futebol e vôlei. Do lado de fora, no muro do terreno, a logomarca do Segundo Tempo anuncia que ali existiria um núcleo do programa. O local é um dos espaços cadastrados pela entidade que já recebeu R$ 4,2 milhões para cuidar do projeto. Todos os seus dirigentes, é bom lembrar,  são do PCdoB.

Em Goiás, na procura por um núcleo cadastrado na cidade do Novo Gama, por exemplo, a reportagem encontrou um terreno baldio onde deveria funcionar um campo de futebol. Cerca de 2,2 mil crianças foram iludidas na cidade por uma entidade-fantasma sem fins lucrativos.

No Novo Gama, embora o programa Segundo Tempo seja só promessa, na última campanha eleitoral, foi usado como realidade pelo vice-presidente do PCdoB do DF, Apolinário Rebelo. O mesmo ocorreu na Ceilândia (DF).

Em Santa Catarina, lideranças de comunidades carentes criticaram a intermediação do Instituto Contato (dirigido pelo PCdoB) no programa Segundo Tempo e anunciaram que abriram mão do projeto. Aulas de tênis são dadas na calçada, com raquetes de plástico.

O pior é que o Ministério do Esporte publicou agora em janeiro um convênio de R$ 16 milhões do Programa Segundo Tempo com o Instituto Contato, que não havia cumprido o prazo de convênio anterior com o próprio ministério para cuidar do mesmo projeto. Presidido por Rui de Oliveira, filiado ao PCdoB, o Instituto Contato teve seu contrato rescindido em dezembro, segundo decisão do ministério publicada no Diário Oficial da União, “tendo em vista o não cumprimento do objeto pactuado, quanto à realização das atividades constantes no Plano de Trabalho, e o não cumprimento das metas físicas e financeiras previstas no Plano de Aplicação”. Mesmo assim, acaba de ganhar  mais R$ 16 milhões. 

Mas a campeã de recursos do governo é a ONG Bola Pra Frente, dirigida pela ex-jogadora de basquete Karina Rodrigues, vereadora de Jaguariúna (SP) pelo PCdoB. Desde 2004, R$ 28 milhões já foram repassados à entidade.

Diante dessa realidade, como o ministro Orlando Silva conseguirá se explicar no Planalto? Se for mantido, isso significará que podemos dar adeus às ilusões e considerar o governo como uma simples formação de quadrilha (qualquer grupo criminoso integrado por mais de três meliantes, segundo o Código Penal).

Mas vamos torcer para a presidente Dilma mostrar a que veio e soltar a Polícia Federal em cima desses estelionatários travestidos de comunistas. Pobre Marx. Se o genial pensador alemão soubesse o que fariam em seu nome, certamente teria se dedicado ao paisagismo.

Para terminar: outro ministro que está mal na foto é Carlos Lupi, do Trabalho e Emprego. Suas peripécias ao liberar verbas para “capacitação de motoboys” podem lhe custar caro. Mas isso é outro assunto, que merece uma atenção especial.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Perigo à vista

Foto: Ag. EFE - Site Opera Mundi  


Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 7 de fevereiro de 2011

Assassinados por compatriotas fanáticos, Anwar El-Sadat e Yitzhak Rabin pagaram o mais alto preço pela paz, mas o prazo de validade do produto que adquiriram está se esgotando rapidamente. A queda de Hosni Mubarak retira do cenário um dos poucos obstáculos que ainda retardavam a constituição da grande unidade estratégica islâmica destinada a instaurar o Califado Universal, e de passagem, varrer Israel do mapa. Alguns fatores, que as mentes iluminadas dos comentaristas internacionais de praxe não vislumbram nem de longe, contribuem para elevar à enésima potência a periculosidade do momento:
 
A Irmandade Muçulmana, matriz ideológica das forças revolucionárias no mundo islâmico, talvez não tenha dado o impulso inicial da rebelião egípcia, mas é com certeza a única organização política habilitada a tirar proveito do caos e dominar o país após a saída de Mubarak. O governo americano sabe perfeitamente disso e vê com bons olhos a ascensão da Irmandade, provando uma vez mais que Barack Hussein Obama trabalha de caso pensado em prol dos inimigos do Ocidente. As desconversas tranqüilizantes emitidas pelo Departamento de Estado nos últimos dias são tão contraditórias que equivalem a uma confissão de falsidade: primeiro juraram que a Irmandade estava à margem dos acontecimentos; depois, quando se tornou impossível continuar acreditando nisso, asseguraram que a organização tinha mudado, que tinha se tornado mansa e pacífica como um cordeirinho. Comentaristas hostis ao governo observaram que, ao voltar-se contra Mubarak, Obama copiava o exemplo de Jimmy Carter, que, também a pretexto de fomentar a democracia, ajudou a derrubar um governo aliado para fazer do Irã um dos mais temíveis inimigos dos EUA e uma ditadura mil vezes mais repressiva que a do velho Xá. A diferença, creio eu, é que Carter parece ter agido por estupidez genuína, ao passo que Obama, que teve sua carreira apadrinhada por um príncipe saudita pró-terrorista, e cujas ligações com a esquerda radical são as mais comprometedoras que se pode imaginar, segue com toda a evidência um plano racional concebido para debilitar a posição do seu país no quadro internacional ao mesmo tempo que vai demolindo sistematicamente a economia no plano interno.


A política agrícola do governo Obama parece ter sido calculada para fomentar a rebelião. O Egito, país desértico, depende essencialmente do trigo americano, cujo preço subiu 70 por cento nos últimos meses, enquanto o dólar baixava de valor, criando uma situação insustentável para os egípcios. Com meses de antecedência, analistas econômicos avisavam que a coisa ia explodir (v. http://www.mcclatchydc.com/2011/01/31/107813/egypts-unrest-may-have-roots-in.html).


Rebeliões similares vêm se esboçando em outros países islâmicos, como Tunísia, Jordânia e Iêmen, sempre dirigidas à mesma meta: eliminar os governos pró-ocidentais e ampliar a influência da Irmandade Muçulmana, aliada do Hamas e de outras organizações terroristas. O estado de pânico que se espalhou entre aqueles governos pode ser avaliado pelo fato de que nos últimos meses importaram mais trigo do que nunca, dificultando ainda mais a vida dos egípcios.


Mesmo unificado em torno do projeto do Califado Universal, o Islam não representaria grande perigo estratégico de curto prazo para o Ocidente, mas nada do que acontece no mundo islâmico está isolado da grande estratégia “eurasiana” que hoje orienta os governos da Rússia e da China. A idéia originou-se no “nacional-bolchevismo”, um sincretismo ideológico criado pelo escritor Edward Limonov e pelo filósofo Alexandre Duguin nos anos 80. Partindo de um esquema brutalmente estereotipado da civilização do Ocidente, extraído do livro de Sir Karl Popper, “A Sociedade Aberta e Seus Inimigos”, Limonov sonhava com uma aliança mundial entre todos os virtuais inimigos da mentalidade científico-relativista ocidental, isto é, todos os amantes de “verdades absolutas”. Como se tratava apenas de destruir o relativismo – e, por tabela, a civilização baseada nele –, pouco importava, para Limonov, que os vários absolutos convocados à luta se contradisessem uns aos outros: a fraternidade negativa podia incluir em si, sem maiores escrúpulos de coerência, comunistas e tradicionalistas católicos, nazistas, fascistas, islamitas, hinduístas, admiradores de René Guénon e Julius Evola, etc. Como se isso não fosse elástico o bastante, a santa unidade ainda recebia de braços abertos toda sorte de odiadores da América, mesmo que desprovidos de qualquer absoluto identificável: punks, “rebeldes sem causa”, militantes Black Power e assim por diante. Na onda de anti-americanismo que se espalhou pelo mundo após a dissolução da URSS, a oferta de apaziguar velhos antagonismos na base do ódio a um inimigo comum pareceu um alívio para muita gente, especialmente guénonianos e evolianos, que, hostis ao “mundo moderno” em geral, viram aí o remédio do seu angustiante senso de isolamento.


O “nacional-bolchevismo” era apenas uma ideologia, mas Alexandre Duguin (um cérebro bem mais consistente que o de Limonov), acabou por superá-lo e absorvê-lo numa formidável síntese estratégica, o “eurasismo”, que hoje orienta a política internacional de Vladimir Putin e cuja primeira vitória substantiva foi a constituição do Pacto de Solidariedade de Shangai (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/060130dc.htm), destinado a ampliar-se até abranger, se possível, todas as forças anti-americanas do universo (especialmente a Irmandade Muçulmana), não somente em torno de uma vaga proposta ideológica, mas de planos de ação político-militares muito bem definidos.


Tanto Limonov quanto Duguin são filhos de oficiais da KGB, e o segundo é hoje o maître à penser do homem que mais nitidamente encarna a KGB no poder.
 
Seduzidos pela promessa de destruir o “mundo moderno”, muitos tradicionalistas de periferia – católicos, ortodoxos ou muçulmanos –, acabarão provavelmente se tornando os melhores idiotas úteis que a KGB já teve à sua disposição. A nenhuma dessas inteligências brilhantes ocorreu notar que o liberalismo de Karl Popper é uma coisa e a nação americana é outra completamente diversa; que a destruição ou marginalização desta última não trará a extinção da execrável “modernidade” e o advento do Reino de Deus na Terra, mas sim o triunfo dos globalistas ocidentais (Bilderbergers e tutti quanti), para os quais a neutralização do poder nacional americano é a urgência das urgências, e cujas relações com o esquema russo-chinês são bem mais amigáveis do que toda a retórica “eurasiana” dá a entender (o próprio apoio do governo Obama à rebelião egípcia é mais uma prova disso).
 
A crise no Egito não é só uma vitória do radicalismo islâmico, mas, por trás dele, do projeto eurasiano.

http://www.olavodecarvalho.org/semana/110207dc.html


Recebido por email de J.E.O.Bruno


Nota do Blog: O momento é grave e requer muita atenção. O futuro pode nos reservar surpresas muito desagradáveis. Minha opinião pessoal: O Egito será mais uma República Islâmica a ameaçar a democracia ocidental. Não tem saída. (Fernando Lemos)


 

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Circuito Banco do Brasil - Etapa Guarujá (SP) - Maria Elisa a uma vitória para as semi-finais.

Maria Elisa Antonelli em foto da CBV - Maceió (AL) - 09/10/2010
A resendense Maria Elisa Antonelli, que faz dupla com Talita Antunes, está a uma vitória para a disputa das semi-finais da etapa do Guarujá (SP) do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia. Hoje (11/02)  elas jogaram duas partidas na fase classificatória, tendo vencido, no primeiro jogo do dia, Aline e Isabela Maio por dois sets a zero, parciais de 21/12 e 21/19. Na sequencia, também por 2 a 0, derrotaram Josi e Leize por 24/22 e 21/15 em jogo bastante equilibrado no primeiro set. As adversárias deste sábado serão conhecidas em jogo a ser disputado às 09:00 entre Izabel/Elize Maia e Renata/Priscilla Lima. Maria Elisa deverá jogar às 12:00h deste sábado (12/02). Desejamos boa sorte a nossa atleta, e que o tão esperado ouro venha nessa etapa.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

COMO UM AVIÃO É MONTADO!!!

Um vídeo sensacional que mostra, passo a passo, a montagem de um avião de passageiros da Boing.
Vale a pena ver...
video

Recebido de HGK

CONVITE DO MAM - RESENDE

Divulgando a título de colaboração espontânea:

Caros Amigos,

 Segue o Convite da Exposição
“UM OLHAR PARA NOSSA CIDADE”

Abertura: 11 de fevereiro de 2011, às 19 h

Até lá!
Abraços.

Vanda Perantoni Schmid
Diretora do MAM-Resende

Clique no Convite para Ampliar


Recebido de J.E.O.Bruno 

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Porque choveu tanto em Resende?

Muito se tem falado sobre o grande volume de chuvas que Resende recebeu nos meses de dezembro e janeiro deste (agora) encalorado verão 2010/2011. Vejam (com atenção) o vídeo abaixo. Comento na sequência as "explicações" que o engenheiro Sebastião Balieiro (Defesa Civil de Resende) usou para justificar esse recorde nacional de chuvas sobre Resende.

video

As justificativas do engenheiro Sebastião Baileiro são, no mínimo, descabidas de coerência e simplórias  ao extremo. Dizer que Resende tem muita umidade por causa dos rios que cortam o município, das serras (do Mar e da Mantiqueira) e da floresta tropical (essa de há muito degradada), não faz nenhum sentido, pois esses fatores existem a séculos e séculos, e nem por isso tivemos volumes de chuvas nessa magnitude. O único fator "novo" citado pelo engenheiro é a Represa do Funil, inaugurada em 1969 (há 42 anos), mas que teve seu reservatório preenchido muito antes dessa data, e nem por isso registrou-se na cidade recordes nacionais de chuvas nem no verão e nem nunca. E apontar ainda o calor como outro fator também não faz sentido, pois ele (o calor) só chegou, de fato, a partir de meados para o final de janeiro, quando já havia parado de chover. Além do que, sempre tivemos tórridos verões, e não há registros de um volume de chuvas tão alto como agora. Na realidade, o que houve foi o excesso de humidade vindo da Amazônia, que, "puxada" pelo oceano Atlântico, e empurrada pelos efeitos do fenômeno La Niña no Pacífico sul que causaram esse desmando de chuvas. O pior ficou para o final da reportagem:  O engenheiro completou dizendo que ainda teremos "muita chuva até o final de março, início de abril". É prever o óbvio, pois todo mundo sabe que as chuvas mais fortes costumam cair no final de março, início de abril, como cantou o saudoso Tom Jobim há muitos anos atrás "...são as águas de março fechando o verão...".
O que me espanta, é a TV Rio Sul exibir uma reportagem de 2'e 11" sob o título "Entenda porque Resende é a cidade que mais choveu neste verão" com uma explicação tão prosaica e sem sentido.
Aí eu pergunto: Você já viu uma cidade chover?  Resende choveu onde? Resende não chove; Resende "recebe" chuvas!
Cá entre nós: A TV Rio Sul está precisando, urgente, de um redator  e de um editor de qualidade. E a nossa Defesa Civil de Resende está precisando de quem a defenda. E defanda-nos Deus!

Fonte: Tv Rio Sul

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Sindicalistas e estudantes protestam contra Governo em Caracas

05/02/2011 - 18h12
Hugo Chaves: O ridículo! Foto: Eduardo Mayorca / Agência EFE
Caracas, 5 fev 2011 (EFE).- Uma manifestação de sindicalistas e estudantes venezuelanos identificados com a oposição ao presidente Hugo Chávez percorreu neste sábado algumas ruas do leste de Caracas em repúdio à política de expropriações do Governo e por melhores salários.

Alguns dos que convocaram a manifestação denunciaram que esta contou com menos participantes do que o previsto, pois alguns ônibus com manifestantes do interior do país foram retidos nas estradas.

"Este é um Governo fascista e por isso ordenou parar os ônibus", disse Pablo Zambrano, presidente de um dos sindicatos de Caracas.

Zambrano acrescentou que Chávez "não discute os contratos coletivos" dos trabalhadores de empresas estatais ou desapropriadas e que o país está imerso em uma inflação altíssima.

"Por isso que exigimos um aumento salarial", acrescentou.

"Vamos travar uma batalha contra este Governo", disse ele, quem ressaltou que "esta é a primeira de muitas manifestações, porque o movimento sindical está renascendo". 
 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Chega de Jesus na cruz...

JESUS SORRINDO!

O artista deste quadro mora na Florida, ele pinta quadros enormes (do tamanho de uma porta) em 30-45 minutos.
O artista prefere permanecer anônimo e diz que quer que as obras falem por si mesmas. Observe com cuidado e veja que as obras foram assinadas 'Jesus Painter' (Jesus Pintor)... 

Cristo rindo! Um conceito que eu nunca vi antes.
Lindas obras feitas a lápis...

Clique na foto para ampliar e ver detalhes
Que bom ver Jesus de um modo diferente, que não aquela imagem sofrível que sempre vemos, principalmente nos livros, pinturas e templos religiosos.

Recebido por email de Lecy Tavares.


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